Durante a chuva de hoje morreu o pé de hortelã. Eu matei. Com as próprias mãos. Nas raízes achei muitas formigas e seus ninhos; algumas aranhas e algo que parecia uma mistura de joaninha com maria-fedida. Um pouco de veneno, detergente, água de torneira e água de chuva. Nada que algumas chineladas não resolvessem também. Uma colher de firme plástico para revolver a terra. Sacos de lixo repletos de raízes que alimentavam insetos. Salvei o manjericão e a pimenta dedo-de-moça, o alecrim dourado e dois pés de flor. O jardim está limpo, o corpo molhado de chuva e a alma lavada com os três elementos. Fiz brigadeiro no fogo! Comi com banana. E passei óleo de banho na pele.
Chove e parece frio.
Parece (per)feito pra mim.
"Quem quiser ser livre, que aguente a insegurança da liberdade." (lfp)
Deixe a vida levar.
Deixe leve.
"O Senhor é meu pastor e nada me faltará" (Salmo 23)
segunda-feira, 7 de março de 2011
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